
Foto: Gabriela Sobral (ex-braço-direito de José Eduardo Moniz) e Nuno Santos (director programação SIC)
A ex-braço-direito de José Eduardo Moniz, Gabriela Sobral, recente reforço da equipa de programação da SIC, afirma ao Expressões Lusitanas que saiu da estação de Queluz por “falta de capacidade” de “retenção argumentativa” e “emocional” da nova direcção da TVI.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
Gabriela Sobral trocou recentemente a TVI pela SIC, logo após a saída de Fátima Lopes da estação de Carnaxide para a rival de Queluz de Baixo.
“Fui calorosamente recebida. Encontrei na SIC um núcleo de pessoas muito simpáticas, receptivas e esperançosas por mudança. Para todos os efeitos estive 11 anos na concorrência”, refere ao Expressões Lusitanas, à margem da apresentação da nova novela da SIC “Laços de Sangue”.
A responsável acrescenta ainda que a televisão de Carnaxide tem “todo o potencial” para se tornar num canal “muito mais forte” do que “é actualmente”. Nesta óptica considera que a ficção nacional “vai dar uma ajuda”.
A saída do ex-director geral da TVI José Eduardo Moniz foi um “choque de consciência” e Gabriela Sobral percebeu que a estação de Queluz de Baixo “não estava assim tão sossegada e pacífica como imaginava”.
“A [nova direcção da] TVI não teve capacidade argumentativa e emocional para me reter. Eram capaz de ter mais sucesso, caso o tivessem feito. Pelos vistos, a nova direcção não me conhecia e sobrestimarem-me”, explica.
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As duas estações de rádio do grupo r/com têm agora emissores próprios instalados nos Açores, mais concretamente no Pico da Barrosa, ilha de São Miguel, passando a poder emitir a sua programação nacional em frequências específicas. Em Julho, a Renascença e a RFM iniciaram as suas emissões integrais na Região Autónoma da Madeira.
Expressões Lusitanas
As novas frequências atribuídas à Renascença (95,2Mhz) e à RFM (100,0Mhz) abrangem sobretudo as populações das ilhas de São Miguel e de Santa Maria, num raio de alcance que atinge “cerca de 60% da população açoriana”, detalha o grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.
O administrador do grupo r/com José Luís Ramos Pinheiro, citado no referido comunicado, considera que a chegada das emissões das duas rádios aos Açores, através de transmissores próprios, “é a concretização de um sonho antigo”.
Recorde-se que no passado mês de Julho o grupo instalou os primeiros emissores na Região Autónoma da Madeira. Deste modo, a Renascença pode ser escutada em 88,0Mhz e a RFM em 93,6Mhz.

A Rádio Altitude, a emitir em 90,9Mhz a partir da cidade da Guarda, transmite hoje, às 21:30, em simultâneo com a Antena 2, uma peça de teatro radiofónico intitulada “Senhor Henri”, da autoria de Gonçalo M. Tavares e interpretação de José Neves, actor natural da cidade.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
A ideia de a Rádio Altitude transmitir uma peça de teatro radiofónico, formato que caiu em desuso há alguns anos, surgiu de um convite formulado pelo Teatro Municipal da Guarda, numa produção da companhia residente Projéc~ (lê-se Projéctil).
“A Rádio associou-se a esta iniciativa, porque, por um lado, prende-se por uma questão de proximidade e, por outro lado, somos parceiros do Teatro, em termos de divulgação e promoção”, explica ao Expressões Lusitanas o director da Rádio Altitude, Rui Isidro.
O responsável acrescenta ainda que a emissão de hoje é uma “experiência” e o “reavivar” de algo que “já teve os seus tempos áureos”, rejeitando tratar-se de um formato “antigo” e “ultrapassado”.
“Estou curioso e ansioso por saber qual será o retorno e a opinião dos nossos públicos”, diz ao Expressões Lusitanas.
A peça chama-se “Senhor Henri” e baseia-se na obra homónima de Gonçalo M. Tavares, autor galardoado com o Prémio José Saramago 2005, o Prémio LER/Millenium BCP 2004, o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores 2007, entre outros.
“Senhor Henri” é o segundo livro da colecção “O Bairro”, no qual o autor homenageia, de forma ficcional, vários escritores e pensadores.
Hoje, na rádio, a décima produção do projéc~ tem direcção, interpretação e edição sonora de texto pelo actor egitaniense José Neves, sonoplastia de Nuno Veiga e José Neves e gravação e pós-produção áudio de Pedro Costa.
“Senhor Henri” vai para o ar na Rádio Altitude e na Antena 2, também parceira da iniciativa, às 21:30.

Os Mesa actuam na cidade de Vic, província de Barcelona, no próximo dia 18 de Setembro, no âmbito do ‘Mercat de Música Viva de Vic’. Entretanto, o grupo portuense está a trabalhar nas novas canções a incluir na edição de um novo álbum, informa a agência da banda em comunicado.
Expressões Lusitanas
Convidados pela organização para a edição de 2010 do ‘Mercat’, os Mesa vão apresentar, pela primeira vez em terras catalãs, os temas do último disco lançado “Para Todo o Mal” (2008) e as músicas mais conhecidas do grupo (“Vício de Ti”, “Arrefece” ou “Luz Vaga”).
O ‘Mercat de Música Viva de Vic’ é “um ponto de encontro de referência para os diferentes profissionais da indústria, como programadores, ‘managers’, agentes culturais e músicos, onde são esperados cerca de 100 mil espectadores”, detalha a agência dos Mesa no mesmo comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.
Ao vivo, a vocalista Mónica Ferraz é acompanhada por João Pedro Coimbra (teclados), Jorge Coelho (guitarra), Miguel Ramos (baixo) e Rogério Santos (bateria e ‘samplers’).
Entretanto, os Mesa estão já a trabalhar em novas canções, que vão fazer parte do disco sucessor de “Para Todo o Mal”, editado em 2008.

A SIC aliou-se à tradição de cerca de 50 anos de produção de ficção da TV Globo (Brasil) e do acordo entre as duas estações nasce “Laços de Sangue”, a estrear na antena da SIC na segunda-feira, 13 de Setembro. Os principais papéis são tripartidos entre Diana Chaves, Diogo Morgado e Joana Santos [na foto].
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
A apresentação da nova aposta da ficção nacional da SIC decorreu nos estúdios da produtora SP Televisão, no Cacém. Com a pomposa chegada dos actores e actrizes de “Laços de Sangue” de elevador e posterior pose para os fotógrafos, o evento contou com a presença do presidente do conselho de administração da Impresa (dona da SIC), Francisco Pinto Balsemão, e de alguns dos responsáveis pela estação de Carnaxide.
O enredo de “Laços de Sangue” conta com um triângulo amoroso e de interesses tripartido entre as personagens de Diana Chaves (Inês Nogueira), Diogo Morgado (João Caldas Ribeiro) e Joana Santos (Diana Silva).
A trama começa com um acidente ocorrido num rio, em que duas meninas são levadas pelas correntes. O pai consegue resgatar Inês, mas morre a tentar salvar a outra filha que, apesar de o corpo nunca ter sido encontrado, consegue escapar à fúria do rio pelas suas próprias mão e é adoptada por uma família que a encontra a vaguear no meio do mato. As duas irmãs são assim separadas.
Anos mais tarde, Diana descobre a verdade e solta dentro de si uma revolta contra a irmã Inês, a quem atribui a culpa de a empurrar para o rio, desencadeando o referido acidente e o afastamento de uma vida melhor.
Inês (Diana Chaves) apaixona-se por João (Diogo Morgado), uma relação que vai ser disputada por Diana (Joana Santos), em jeito de vingança.
“É uma história bem escrita e contada e com boas interpretações. Para além disso, tivemos mais cuidado com a cenografia, a iluminação e a direcção de actores, algo que resulta da mais-valia da parceria com a TV Globo”, afirma ao Expressões Lusitanas o director de programas da SIC, Nuno Santos.
O responsável considera ainda que “Laços de Sangue” tem os “condimentos necessários” para ser uma ficção de “sucesso”.
“Criámos todas as condições para isso, mas quem dá o veredicto são os espectadores. São eles que vão dizer se a história lhes agrada e se vão ficar presos à mesma”, afiança.
Um dos protagonistas de “Laços de Sangue”, Diana Chaves”, refere que a parceria entre a SIC e a TV Globo está a ser “a melhor possível”. “É ouro sobre azul”, garante.
A actriz, também apresentadora de “Salve-se Quem Puder” (SIC), sublinha que o público vai “criar laços” com a nova aposta da estação de Carnaxide.
“Pela história e qualidade, tratando-se de uma novela que tem muitos pontos altos. Todos os núcleos estão interligados, o que obriga a acompanhar sempre a trama”, detalha.
Diogo Morgado, outro dos protagonistas de “Laços de Sangue”, segue a linha de pensamento de Diana Chaves, ao referir que a “grande diferença” visível com a parceria entre as duas televisões materializa-se na “estrutura dos textos” e na “forma como a história está a ser divulgada e apresentada”.
Em relação ao triângulo amoroso, Diogo Morgado diz que será “um pouco enrolado”, porque a Diana (Joana Santos) “vai apanhar” a sua personagem “um bocadinho frágil”, motivo para “dar passos em falso”, “obrigando” a história a desviar-se para um “sítio menos positivo”.
“Vão haver jogos de engano”, assevera o actor.
Gravada na sua maioria em cenários portugueses, como Viana do Castelo, Lago do Alqueva e o Mercado da Ribeira, em Lisboa, “Laços de Sangue” viaja ainda até ao Brasil, país no qual foram gravadas cenas em São Paulo e Rio de Janeiro.
A nova novela da SIC conta com direcção de argumento de Pedro Lopes (SP Televisão), a supervisão de Aguinaldo Silva (TV Globo) e a direcção-geral de Patrícia Sequeira.

A cantora brasileira Ivete Sangalou deu um concerto no Madison Square Garden, em Nova Iorque, actuação gravada para futura edição em DVD e CD, que chega a Portugal em Dezembro. O jornal “New York Times” escreveu uma crítica sobre o espectáculo, que custou mais de cinco milhões de dólares.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
Ivete Sangalo convidou Nelly Furtado, Juanes, Seu Jorge e o argentino Diego Torres para partilharem o palco do Madison Square Garden, que recebeu uma plateia de cerca de 14.500 pessoas.
De acordo com nota enviada pela editora de Ivete Sangalo ao Expressões Lusitanas, o concerto da baiana em Nova Iorque contou com um orçamento superior a cinco milhões de dólares e uma estrutura humana de mais de 800 pessoas.
Durante o concerto de gravação do seu quarto DVD, Ivete apresentou os temas mais conhecidos e deu a oportunidade aos presentes de conhecerem algumas músicas inéditas, como o recente tema “Aceleraê”.
O jornal New York Times escreveu uma crítica ao espectáculo, referindo que a artista baiana é “incansável no palco, dançando samba em ritmo acelerado com sapatos de salto alto durante três horas”.
O mesmo periódico refere ainda o facto de “não ser fácil” para Ivete Sangalo alcançar uma carreira internacional e estar ao lado de outros artistas, como Beyoncé, Madonna e Shakira.
“Existe inevitavelmente uma barreira linguística para canções em português”, considera o New York Times.
Para além da componente linguística, o jornal destaca ainda a “dificuldade” do ritmo "rápido" e característico do ‘axé’, uma batida que, à excepção dos brasileiros, “poucos conseguem acompanhar”.

Foto: Diogo Marecos/Fremantle Media
A quarta edição do Ídolos regressa à antena da SIC este domingo, 12 de Setembro. As gravações do programa estão avançadas, encontrando-se na fase do Teatro, em que os cerca de 150 concorrentes apurados nas audições estão a disputar as três provas eliminatórias antes do Juízo Final e das galas em directo.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
Cerca de 15 mil candidatos estiveram presentes nos quatro locais de audição definidos pela produção do programa: Centro Cultural de Belém, em Lisboa; Casa da Música, no Porto; Centro de Congressos do Arade, no Algarve; e Centro de Congressos do Estoril.
Manuel Moura dos Santos, Roberta Medina, Laurent Filipe e Pedro Boucherie Mendes continuam a ser os jurados desta nova e quarta edição do Ídolos.
Em declarações ao Expressões Lusitanas, à margem das gravações da segunda fase do programa – as provas no Teatro -, Manuel Moura dos Santos afirma que é “cedo” para concluir se há candidatos com mais talento do que na edição anterior.
“Os apurados nesta fase têm um nível muito bom e equiparo-os aos da edição anterior”, afirma.
Filipe Pinto foi logo apontado como um forte vencedor do último Ídolos, facto que se concretizou. Para a nova edição do concurso, a estrear no domingo, Manuel Moura dos Santos sublinha que “há três ou quatro com esse estatuto”.
O jurado destaca ainda que houve uma “forte participação” de concorrentes com idades jovens, nomeadamente entre os 16 e os 18 anos.
“Talvez tenha sido das edições em que houve mais gente jovem, algo que tem vantagens e desvantagens, porque ainda são um pouco imaturos”, disse.
O único elemento feminino do júri Roberta Medina considera que os concorrentes em competição apresentam “algumas diferenças” em relação ao anterior concurso, sobretudo na qualidade vocal e em termos de estilo.
“Eles agora têm uma grande vantagem, porque, ao conhecerem o programa, sabem bem o que procuramos”, afiança.
Apesar de “estarem mais preparados”, Roberta Medina observa que “ainda não conseguem segurar o nervosismo” na hora de enfrentarem o júri.
Em relação às críticas proferidas pelos jurados a algumas prestações, a responsável pelo Rock in Rio Lisboa afirma que “sabem para o que vêm”. Todavia, considera os concorrentes “mais educados”, não existindo “grandes conflitos”, embora haja alguns desentendimentos.
“É difícil estar a ouvir críticas directas e muito verdadeiras. Trata-se de uma situação humana muito exigente, mas têm-se portado bem”, aclara.
Roberta Medina assevera ainda que quem “trabalha a sério”, tem “muitas oportunidades” de ganhar.
Laurent Filipe afirma, por seu lado, estarmos perante um lote de candidatos “muito talentosos”, estando o júri a efectuar um “trabalho de observação e triagem”, com o objectivo de “saber” como se distinguem “um dos outros”.
Porém, o trompetista adianta ainda que já há alguns concorrentes a “demarcaram-se”, garantindo que ainda não formulou os seus favoritos.
“Há um nível alto e, perante isso, é difícil antecipar o quer que seja, sem passarem por determinadas etapas”, explica ao Expressões Lusitanas.
O director dos canais temáticos da SIC Pedro Boucherie Mendes, também jurado do Ídolos, refere que tem “boas expectativas” para a nova edição do programa, tendo em conta a oferta de programação das concorrentes directas: RTP (Operação Triunfo) e TVI (Casa dos Segredos).

O Coro da Universidade de Lisboa e o Coro de Câmara da Universidade de Lisboa estão a realizar audições para o ano académico 2010/2011. Ambos os Coros se destinam a alunos, funcionários, professores e novos alunos da Universidade de Lisboa (UL).
Expressões Lusitanas
De acordo com uma nota de imprensa enviada pela instituição ao Expressões Lusitanas, as actividades incluem ensaios, que decorrem na Reitoria da UL, formação vocal, viagens e concertos a realizar ao longo do ano académico, no interior e no exterior do 'campus' universitário.
“Os projectos deste ano são Música Portuguesa (século XX), Música de João Lourenço Rebelo (século XII), 9ª Sinfonia de Beethoven com a Orquestra Sinfónica Juvenil e três obras para Coro e Orquestra de Felix Mendelsshon-Bartholdy”, lê-se.
As informações sobre como realizar as audições estão disponíveis na página da Universidade de Lisboa.

O projecto de homenagem ao Duo Ouro Negro – Muxima – vai subir ao palco da Sala Suggia na Casa da Música, no Porto, no próximo dia 11 de Setembro.
Expressões Lusitanas
Depois de terem estado presentes na Festa do Avante, realizada no passado fim-de-semana na Quinta da Atalaia (Seixal), Janita Salomé, Filipa Pais, Rita Lobo e Yami vão estar presentes em concerto no Porto.
“Muxima” é o nome que dá vida ao álbum de homenagem ao Duo Ouro Negro, assinalando os 50 anos do início do grupo angolano que marcou a década de 60 em Portugal e, a partir daqui, várias gerações.

O músico português apresenta o seu terceiro álbum de originais intitulado “Catavento”, um trabalho que conta com a participação vocal da artista polaca Anna Maria Jopek, das portuguesas Ana Laíns e Dulce Pontes, da brasileira Daniela Procópio e do compositor brasileiro Ivan Lins.
Expressões Lusitanas
Para além destes nomes, Beto Betuk contou ainda com a colaboração de diversos instrumentistas nacionais e internacionais.
O compositor, letrista e produtor polaco Marcin Kydryński, que também é jornalista (escreve críticas musicais), considera ‘Catavento’ como um disco “completo”, “profundo” e “coerente”.
“É também a primeira vez que ele deixou todas as suas influências fluírem tão livremente”, afirma, citado em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela agência de Beto Betuk.
O novo álbum do músico português necessitou de três anos para ser finalizado e vai ser lançado oficialmente esta quinta-feira, 09 de Setembro.

As cidades de Lisboa e do Porto vão acolher os ‘castings’ para o programa da RTP “Operação Triunfo”. Conheça os locais definidos pela produção.
Expressões Lusitanas
A cidade Invicta é a primeira a receber os interessados em participar na “Operação Triunfo”. O Coliseu do Porto e o dia 11 de Setembro são o local e data escolhidos pela produção do programa.
Uma semana depois, a 18 de Setembro, os ‘castings’ realizar-se-ão no Teatro Tivoli, em Lisboa.

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deu luz verde à alteração do nome Rádio Clube Português (RCP) para Star FM. A nova emissora da Media Capital Rádios (MCR) vai apostar nos êxitos musicais dos anos 50, 60 e 70.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
O pedido de alteração foi enviado pela MCR no dia 9 de Julho deste ano ao órgão regulador, que, em deliberação de 31 de Agosto, entendeu aprovar o nome substituto do Rádio Clube: Star FM.
O grupo radiofónico sustenta que, apesar de o RCP “ter provado ser um produto de qualidade”, a emissora “não conseguiu romper com hábitos muito enraizados na sociedade portuguesa no que se refere a rádios de palavra”.
Fundamenta ainda que o Rádio Clube Português “não conseguiu atingir os seus objectivos a nível de audiências” e que, do ponto de vista económico, se tratava de um “encargo significativo”.
A descontinuarão do RCP implicou a rescisão de 36 colaboradores no total, de acordo com o comunicado enviado pela administração da MCR em Julho.
A nova marca do grupo vai focar-se nos êxitos musicais dos anos 50, 60 e 70, bem como nos “êxitos da música brasileira, da música portuguesa e também os clássicos franceses e italianos”.
Na deliberação emitida pela ERC pode ainda ler-se que a Star FM propõe “ultrapassar” as quotas definidas para a música portuguesa (mínimo actual de 25%).
A nível informativo, a Star FM apresentará dez blocos noticiosos nos dias úteis e três aos fins-de-semana, com enfoque na actualidade local.
Miguel Cruz vai acumular a direcção de programas da M80 com a da Star FM, enquanto o jornalista Nuno Castilho de Matos vai ser o responsável da informação da nova rádio.
A equipa da Star FM vai ser composta por três animadores e dois jornalistas, cujos nomes ainda não estão definidos.

A Quinta da Atalaia vai agora recuperar de três dias de Festa. No dia do desenlace do Avante 2010, a presença da componente cultural esteve aliada ao comício político do secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), Jerónimo de Sousa.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista/Enviado especial ao Avante
Tal como no sábado, as portas do último dia do Avante abriram às 10:00. O Palco 25 de Abril foi o primeiro a receber as várias bandas convidadas. Aos Dias de Raiva, grupo onde está presente o vocalista dos Da Weasel (Pac Man), seguiram-se La Rumbé, Expensive Soul e Luísa Basto.
Às 18:00, todas as atenções concentraram-se nos discursos políticos do director do órgão central do PCP, José Casanova, do membro do Secretariado e da Comissão Política da JCP, Diogo D’Ávila, e do secretário-geral do partido, Jerónimo de Sousa.

A cerimónia política durou quase hora e meia, facto que atrasou a restante programação e alongou a hora estipulada para o encerramento da 34ª edição do Avante.
Os lisboetas Dazkarieh reinauguram o espaço dedicado aos concertos no palco 25 de Abril e “louvaram” o facto de o cartaz do Avante “ter muitos artistas em português”.

Logo a seguir, os Peste & Sida, com uma carreira iniciada em 1986, foram os senhores que se seguiram. No decorrer do concerto os ânimos exaltaram-se e um “very light” foi atirado para a frente de palco e cerca de uma dezena de visitantes mais eufóricos foram literalmente atirados para a chamada zona restrita.
O Expressões Lusitanas sabe ainda que o grupo de apoio do festival teve de intervir, a fim de sanar uma briga instalada nas imediações do Palco 25 de Abril.
Apesar destes incidentes, o espectáculo prosseguiu e foi possível escutar alguns dos temas marcantes da banda constituída por João San Payo (baixo e voz), João Pedro Almendra (voz), João Alves (guitarra e voz) e Sandro Oliveira (bateria e voz).

A fechar o pano, Tim apresentou no Palco 25 de Abril os seus quatro Companheiros de Aventura: Celeste Rodrigues (irmã mais nova de Amália Rodrigues), Vitorino, Rui Veloso e Mário Laginha.
O público pedia para que Tim, vocalista dos Xutos & Pontapés, “saltasse”, mas o convite foi recusado, tendo em conta que está ainda a recuperar do tratamento a uma infecção ocular ocorrida em inícios de Agosto.
“Não posso estar aos saltos com vocês, porque o doutor não deixou”, disse, aproveitando o momento para dedicar o tema “Voar” aos médicos que o trataram.

O Auditório 1º de Maio foi marcado pelas actuações de Os Tornados, Brigada Victor Jara, Demian Cabaud com Leo Genovese, Ana Laíns e António Chaínho com Isabel de Noronha e Pedro Moutinho.

Tal como no dia anterior, sábado, pelo Palco Arraial continuaram a actuar vários grupos corais e etnográficos e ranchos folclóricos.

Mais de 35 espectáculos musicais preencheram o segundo dia da Festa do Avante na Quinta da Atalaia. As portas abriram às 10:00 e a música começou a ecoar pelo recinto por volta das 14:00, naquele que é o “verdadeiro festival da música portuguesa”, diz Pedro Abrunhosa, o cabeça-de-cartaz do palco principal.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista/Enviado especial ao Avante
O segundo dia do Avante teve numerosa afluência de público, tal como no dia de abertura. Em certas alturas, nomeadamente após os concertos no palco principal, era quase impossível circular com alguma fluidez pelo recinto.
Extensas filas serpenteavam pelas barraquinhas das organizações regionais do PCP durante a hora de jantar. Os mais precavidos levaram uma sandes ou uma geleira recheada de comida e bebida, evitando assim aguardar bastante tempo por uma refeição.
Para além dos debates políticos, das exibições de documentários, da mostra de peças teatrais e espectáculos de dança ou da realização de provas desportivas mum local preparado para o efeito, a componente musical cativou a maior parte dos visitantes.
A banda de Vila Nova de Gaia US & Them abriu as hostilidades no palco 25 de Abril, seguida de Diabo na Cruz, Cacique’97, Eina, Sebastião Antunes e Quadrilha e Bunnnyranch.
À hora de jantar, os Deolinda iniciavam o seu espectáculo, onde apresentaram os temas mais sonantes dos seus dois discos de originais – “Canção Ao Lado” (2008) e “Dois Selos e Um Carimbo” (2010).

Mais tarde, o colombiano Roberto Pla espalhou os ritmos latinos pela Quinta da Atalaia, antes da subida a palco do mais recente projecto da música portuguesa sob o comando de João Gil – Baile Popular.

Uma hora e meia depois, às 00:00, começava o concerto do cabeça-de-cartaz da noite. Pedro Abrunhosa levou na bagagem temas dos vários álbuns da sua carreira, incluindo a primeira música a ser censurada em Portugal 20 anos depois do 25 de Abril – “Talvez Foder” (1995).
“É uma canção que escrevi há 15 anos, mas, infelizmente, mantém-se actual. É preciso combater a injustiça, a corrupção e tudo o que faz mal a um país”, disse Pedro Abrunhosa durante o concerto.

O músico falou ainda sobre a sua cidade natal, referindo que o Porto “recusou” dar o nome de José Saramago a uma rua, por “ser um escritor comunista”.
“É o preço da ignorância. Outros fizeram muito pouco e têm nome de aeroporto”, destaca.
Quase no término do concerto no Avante, naquele que considera ser o “verdadeiro festival da música portuguesa”, Pedro Abrunhosa pediu para que as luzes do palco fossem todas desligadas, a fim de “receber a luz” emanada pelo público, que empunha os telemóveis ao alto.
“Vocês [público] foram o espectáculo e eu vim deliciar-me convosco”, conclui Pedro Abrunhosa.
Contudo, a música não fica apenas circunscrita ao palco 25 de Abril. O Auditório 1º de Maio propôs as actuações dos lisboetas Stonebones & Bad Spaghetti, Claud, Monte Lunai, Ricardo Pinheiro Sexteto, Adriana, A Naifa, The Flawed Cowboys, Bernardo Sassetti Trio, Cambatango e Orquestra de Jazz de Matosinhos.
Por sua vez, o Palco Arraial dedicou-se à apresentação de inúmeros ranchos folclóricos e grupos corais e etnográficos.
Hoje, 05 de Setembro, é o último dia do Avante, que, para além da componente cultural, vai ser marcado pelo comício do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

Foto: Simulação
A carrinha que transporta o material de concertos dos Xutos & Pontapés, como guitarras, bateria ou amplificadores, foi esta noite roubada em Linda-a-Velha. O apelo para obter informações sobre o seu paradeiro está a ser feito via Facebook.
Expressões Lusitanas
“Foi-nos roubada esta noite a nossa carrinha com todo o material de ‘backline’ (guitarras, bateria, amplificadores, etc). A carrinha é uma Mercedes Sprinter de cor branca e com a matrícula 82-13-XH” é a mensagem que circula pela rede social Facebook.
Caso alguém tenha visto a carrinha, a banda apela para que contacte o seu ‘manager’ Roberto Ferreira, através do número de telemóvel 919 192 405.
Os Xutos & Pontapés têm um concerto agendado para hoje à noite em Montemor-o-Velho, que, apesar do sucedido, não vai ser desmarcado. Em declarações à TSF, o guitarrista Zé Pedro explica que a banda vai recorrer a material emprestado.

O primeiro dia do Avante 2010 foi dedicado às celebrações dos 25 anos da Carvalhesa, tema adoptado pelo Partido Comunista Português (PCP) nas eleições legislativas de 1985, convertido, posteriormente, em hino da Festa. Ontem, a Quinta da Atalaia esteve bem composta. Extensas filas nos acessos à ponte 25 de Abril atrasaram a chegada de alguns visitantes.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
O acesso via automóvel até bem perto do recinto apenas é permitido a residentes e a pessoal ligado à organização da festa. Os jornalistas e visitantes têm de tentar a sua sorte nos parques de estacionamento à disposição.
Cerca de 500 metros são percorridos a pé até se chegar à Festa. Pelo caminho, uns iam carregados com geleiras e bebidas, outros com tendas e material de campismo. Para quem mora longe da Quinta da Atalaia ou pretende evitar deslocações, a organização coloca à disposição dois acampamentos.
Ainda na jornada a pé ouviam-se vozes de descontentamento, pelo facto de os acessos à ponte 25 de Abril terem estado fortemente congestionados e, conjugado com o tempo à procura de um lugar para estacionar, atrasarem o planeamento feito de véspera.
Reclamações à parte, o primeiro dia do Avante foi dedicado à celebração dos 25 anos da “Carvalhesa”, composição musical feita com base num tema popular português original de Trás-os-Montes, que, mais tarde, se veio a tornar no hino da Festa.
O programa de homenagem realizou-se no palco 25 de Abril e foi baseado em peças com origem em temas populares tocadas ao piano por Mário Laginha e António Rosado.
Mais tarde, António Vitorino D’Almeida apresentou pela primeira vez em público a peça “Carvalhesa” (Abertura Clássica, op. 87) e, para isso, contou com a presença da Orquestra Sinfonietta de Lisboa.
Fundada em 1995, a Orquestra Sinfonietta de Lisboa tem como base 29 instrumentistas de corda, podendo integrar sopros ou outros instrumentos, de acordo com as exigências dos programas a executar.
No final do concerto de comemoração, a euforia reinou por entre os milhares de visitantes, que, ao som da “Carvalhesa” de 1985, saltaram e gritaram, tal como é hábito sempre que o hino da Festa ecoa pelas colunas da Quinta da Atalaia.
Já no extremo do recinto, o Auditório 1º de Maio esteve bem composto durante as actuações de Catarina dos Santos, Dany Silva e Celina Pereira e Muxima (Janita Salomé, Filipa Pais, Ritinha Lobo e Yami), colectivo que, dando uma nova roupagem nas canções mais célebres do Duo Ouro Negro, homenageia a dupla angolana.
O Palco Arraial acolheu as ‘performances’ de Rosa dos Ventos, Rogério Charraz e Arranca Telhados. Durante toda a noite, o Avanteatro disponibilizou cinco espectáculos, entre teatro, dança ou música.
Hoje, 04 de Setembro, as portas abrem às 10:00. A nível cultural, a oferta é variada. Diabo na Cruz, Claud, Cacique’97, Monte Lunai, Sebastião Antunes e Quadrilha, Adriana, Bunnyranch, Deolinda, A Naifa, Bernardo Sassetti Trio, Baile Popular, Pedro Abrunhosa & Comité Caviar, Orquestra de Jazz de Matosinhos, Ranchos Folclóricos e Grupos Etnográficos, artes de rua, espectáculos de dança e teatro são algumas das atracões para o dia de hoje no Avante.

Vinte fados gravados por Alfredo Marceneiro entre 1960 e 1972 fazem parte do álbum dedicado ao fadista e compositor, incluídos na colecção discográfica "Perfil", que tem editado nomes que marcam a música portuguesa.
Expressões Lusitanas
Com Agências
A maioria dos fados escolhidos (12 em 20) são músicas da autoria de Alfredo Marceneiro, de seu nome verdadeiro Alfredo Rodrigo Duarte.

A Festa da ‘rentrée’ política do Partido Comunista Português (PCP) começa hoje e prolonga-se até domingo. A Quinta da Atalaia vai receber espectáculos musicais de artistas nacionais e internacionais (uns mais mediáticos do que outros), palestras, artes plásticas, teatro e debates.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
Os primeiros visitantes da Festa do Avante 2010 devem começam a chegar ao recinto por volta das 18:00. Uma hora mais tarde, o secretário-geral do PCP Jerónimo de Sousa faz o discurso inaugural.
O palco principal da Festa é inaugurado às 22:00 com um concerto de comemoração dos 25 anos da Carvalhesa, no qual participam os pianistas Mário Laginha e António Rosado e os maestros Vasco Azevedo e António Vitorino D’Almeida.
Ainda na música, mas no Auditório 1º de Maio, destaque para a actuação dos Muxima, grupo de homenagem ao Duo Ouro Negro, constituído por Janita Salomé, Filipa Pais, Ritinha Lobo e Yami.
No sábado, 04 de Setembro, as portas da Festa abrem às 10:00. Neste dia, a animação musical no Palco 25 de Abril e no Auditório 1º de Maio é variada, como comprovam as presenças de Diabo na Cruz, Cacique’97, Sebastião Antunes e Quadrilha, Deolinda, Baile Popular, Pedro Abrunhosa & Comité Caviar, Claud, Monte Lunai, Adriana, A Naifa ou Bernando Sassetti Trio.
Por seu lado, o Palco Arraial acolhe vários ranchos e grupos folclóricos e grupos corais e etnográficos de vários pontos do país, dando a conhecer aos visitantes o lado mais tradicional da nossa música.
No dia do desenlace da Festa, domingo, as portas abrem igualmente às 10:00. Os Dias da Raiva, Expensive Soul, Dazkarieh, Peste & Sida, Tim & Companheiros da Aventura, Brigada Victor Jara, Ana Laíns e António Chainho com Isabel de Noronha e Pedro Moutinho são os músicos e grupos convidados.
Seguindo a tendência de sábado, o palco Arraial continua a dar a conhecer grupos de música popular e tradicional portuguesas.
Contudo, não é só de música que vive o Avante. O teatro exerce um papel importante, numa edição em que será evocado e homenageado Mário Barradas, actor, encenador e grande figura do teatro português.
Para além do teatro, o espaço Avanteatro será palco de espectáculos de dança, ‘jazz’ e cinema, nomeadamente o documental e de animação produzidos em Portugal.
No Espaço Central há tempo para participar nos vários debates políticos que abordam, entre outros assuntos, o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), a NATO, o capitalismo, as privatizações, o Serviço Nacional de Saúde (SNS), a Reforma Agrária e a intervenção do PCP no momento e contexto actuais.
Exposições de desenho estarão patentes no Espaço das artes plásticas. Já no Espaço Internacional os visitantes poderão tomar contacto com os vários partidos comunistas estrangeiros convidados.
A edição de este ano do Avante propõe uma “visita guiada à biodiversidade” no Espaço Ciência, conduzida através de debates, animação teatral, poesia e jogos de computador.
O Palco Novos Valores, na Cidade da Juventude, dá oportunidade às jovens bandas nacionais, vencedoras dos concursos de bandas do Avante, de divulgarem o seu trabalho e repertório musical.
Betão Armado (Algarve), Máscara (Beja), Kartel 31 (Braga), Pyroplastos (Bragança), Thirdsphere (Castelo Branco), Líbido (Évora), Caducados (Guarda) e The Prozac (Portalegre) são as bandas vencedoras, que vão partilhar o palco com algumas bandas convidadas: C-4, Let The Jam Roll, Fábrica de Brinquedos e Happy Mothers.
Outros espaços que compõem a Festa do Avante são o Pavilhão dos Imigrantes e dos Emigrantes, da Mulher, da Criança e as tasquinhas das organizações representantes das várias regiões de Portugal Continental e das Ilhas.
O comício de encerramento, agendado para as 18:00 de domingo no palco 25 de Abril, marca o término do Avante. Para além de Jerónimo de Sousa, vão discursar o director do órgão central do PCP, José Casanova, e o membro do Secretariado e da Comissão Política da JCP, Diogo D’Ávila.
Os Dead Combo vão lançar um DVD com as imagens dos dois concertos que a dupla realizou no São Luiz, em Lisboa, juntamente com a Royal Orquestra das Caveiras. Posteriormente, o DVD vai ser apresentado ao vivo numa digressão, na qual vão ser dados a conhecer temas inéditos.
Daniel Pinto Lopes
Jornalista
Os dias 20 e 21 de Novembro de 2009 foram palco do concerto dos Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, em Lisboa.
Agora, as imagens deste espectáculo estão reunidas num DVD a ser lançado a 06 de Setembro. Um dos dois elementos da dupla, Pedro Gonçalves, confessa ao Expressões Lusitanas ter visto “várias vezes” o DVD, que “captou bem” o espírito do concerto.
O DVD vai ser apresentado ao vivo numa digressão a realizar durante os meses de Setembro, Outubro e Novembro, na qual a dupla vai dar a conhecer temas inéditos.
Das várias datas, destacam-se as presenças na Casa da Música, no Porto, a 21 de Outubro, e no Cinema São Jorge, em Lisboa, a 26 do mesmo mês.
Na ‘mini-tournée’, os Dead Combo pretendem “criar novas emoções e sentimentos” em relação àqueles que marcaram os concertos no São Luiz.
O projecto dos Dead Combo consiste em música instrumental, que “abarca várias e distintas influências”, explica Pedro Gonçalves.
A Royal Orquestra é composta por Ana Araújo (piano), João Cabrita (saxofones), João Marques (trompete e fliscorne), Jorge Ribeiro (trombone) e Alexandre Frazão (bateria).
Os Mind da Gap prosseguem com os concertos de apresentação do mais recente disco intitulado “A Essência”. No sábado, 04 de Setembro, o GSM Fest 2010, em Barcelos, é o palco que se segue.
Expressões Lusitanas
O GSM Fest 2010 tem lugar no Estádio da Devesa, em Galegos de Santa Maria (Barcelos). O colectivo portuense sobe ao palco do festival às 00:45.
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